De Gustavo Dahl para Paulo Emílio

Leia aqui a versão integral da carta enviada por Dahl ao seu mestre e amigo Paulo Emílio Salles Gomes: “A irresponsabilidade estilística e lógica de uma carta me estimula, oxalá eu escrevesse outras coisas com o mesmo fervor.”

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1 Comentário

  1. O texto do Bravo Guerreiro, já aponta o que ele já fazia então e iria dedicar-se por toda a sua vida: fazer & pensar cinema e política, e unir teoria e pratica. Como dizia Lênin, “a teoria sem a prática de nada vale a prática sem a teoria é cega. Não há teoria revolucionária, sem pratica revolucionária”, e Gustavo, como ninguém, sabia muito bem disto desde muito cedo.

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